Missão

 

Esta iniciativa nasceu por descontentamento com 3 coisas:

1. Os jornalistas  e políticos que se limitam a criticar e dizer mal, sem propostas de soluções
2. Os políticos  que não explicam as suas medidas em linguagem simples e entendível para toda a gente.
3. O pessimismo que diz “não há nada a fazer”, “que são interesses instalados” etc. e que é necessário contrariar.

Assim, queremos apresentar ideias concretas e boas para Portugal explicadas em linguagem clara e compreensível para toda a gente.
Esperamos que estas ideias sejam divulgadas e criem um apoio cívico que possa  levar à sua implementação.

O que consideramos boas propostas:

1. Medidas que aumentam a riqueza e designadamente, uma riqueza mais e melhor distribuída  – por exemplo, aumentando a eficiência
2. Medidas que aumentam a justiça – por exemplo, todas as pessoas contribuem conforme a sua capacidade
3. Ideias que aumentam a qualidade de vida – por exemplo, mais satisfação no trabalho

O que tem que perceber sobre (boas) propostas

-As ideias sobre como organizar e gerir um estado não têm regras fixas. São o produto da criatividade humana. Assim as regras e leis estão em constante mudança e desenvolvimento para se adaptar à situação actual de um pais.

-Para serem boas não têm  que ser novas, podem ser coisas que já são aplicadas noutros países. Ou já propostas de há muito tempo.

-Propostas que são boas para um país ou uma época, não são necessariamente as melhores para todos os países e todos os tempos. Por exemplo, numa fase de desenvolvimento de um país, pode fazer sentido que todos os cuidados médicos sejam públicos, mas numa outra fase, pode fazer sentido haver iniciativa privada. Regras muito rígidas à imagem de países do Norte da Europa (por ex.?), podem (ainda) não fazer muito sentido em Portugal e travar imenso o seu desenvolvimento.

-As propostas que apresentamos aqui não são necessariamente boas. São propostas que nos parecem boas, mas podem haver factores que desconhecemos, ou uma vez aplicadas, podemos perceber que não são boas. Por exemplo, a própria ideia da austeridade, que parecia boa para conter o défice, provou-se na realidade fazer mais mal do que bem, porque está a ser demasiada rápida.

—- Em suma,  não podemos ser dogmáticos—-